segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Tango... Dança da sensualidade ...
O tango,
Arte inacreditável dos milongueiros,
Ecoa nas veias,
Seca a garganta,
Esquenta o sangue,
Explode
Nos passos eróticos,
Nos gestos sensuais,
Na pista iluminada
Onde os casais transformam a dança
em poesia,
Em poesia de corpos e suor.
O tango, o prazer maior, amor, ódio e vida.
O tango, igual a ti, querida,
Está além da explicação
Somente se sente
Se percebe na sensação de dançar
De quem se embriaga no salão
Como se participasse de um sonho eterno
E morre com o morrer da canção!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Na direcção de um amigo

Dê um passo em direção a um amigo,
aproxime-se sem cerimónia.
Dê um pouco do seu sentimento.
Liberte um imenso sorriso.
Olhe nos olhos.
Respeite uma lágrima.
Ajude a resolver um problema.
Pergunte como ele vai.
E preste atenção...
Diga de vez em quando:
Desculpe... Muito obrigado...
Dê um presente.
Dê a mão a uma criança, um abraço...
Tente de alguma maneira... fazer alguém feliz.
E não se espante se a pessoa mais feliz
For VOCÊ!
Para reflectir...

Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se protegerem e sobreviverem começaram a juntar-se mais e mais. Assim, cada um poderia sentir o calor do corpo do outro.
Todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.
Porém, a vida torna-se ingrata. Os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital que transformava a situação numa questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportarem por mais tempo espinhos dos seus semelhantes. Doía muito... Mas essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.
Os que não morreram voltaram a aproximar-se , pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada um conservava uma certa distância um do outro, uma distância mínima, mas o suficiente para conviver sem se ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim, suportaram-se resistindo a longa era glacial e...
SOBREVIVERAM!
"É fácil trocar palavras,
difícil é interpretar os silêncios.
É fácil caminhar lado a lado,
difícil é saber como se encontrar.
É fácil beijar o rosto,
difícil é chegar ao coração.
É fácil apertar as mãos,
difícil é reter o calor.
É fácil sentir amor,
difícil é conter a corrente."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Imagina ....

Imagina las cosas que pudiera hacer contigo
Imagina la paz y la ternura que sentimos
Imagina lo dulce y lo divino que seria
Imagina que juntos estaremos algun dia
No existe amor igual
Que el que te puedo dar toda la vida
Yo se quien puedo ser
Quien te haga mas feliz mas consentida
Imagina la noche en que te duermas en mis brazos
Imagina besar todo tu cuerpo muy despacio
Imagina todito lo que te
Imagina todito lo que tengo en mi guardado
Imagina te entrego el corazón no te lo doy te lo regalo
Mi amor imagina un mundo y una vida para estar juntos
Siempre juntos
Imagina si puedes imaginate mi amor
Cuanto te amo
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
A SOLIDÃO

Ela vem como um anjo, como uma criança inocente,
dando-nos a esperança que ela nos trará a alegria e a paz
que até agora não haviamos encontrado.
Num certo momento, vimos que tudo está como não era antes.
Encontramos o que menos desejávamos:
A Solidão.
A Solidão é assim: em certos momentos nos traz
a paz em estarmos só, mas em outros, nos traz
arrepios e calafrios em estarmos inseguros,
sem ninguém para nos proteger.
O anjo veda-nos os olhos com uma faixa negra e nos
põe em um quarto, onde as paredes são repletas de espinhos...
e nos faz incapazes, transformando-nos
em pessoas frias e inúteis.
A única maneira de nos livrarmos dela,
é apenas descruzarmos os braços e
arrancar com toda ferocidade o que nos cega.
É termos coragem para enfrentar o obscuro.
Só assim conseguiremos ver
que nas paredes, além de espinhos, haviam flores.
Lindas flores.
E que no outro lado daquela faixa negra,
o anjo havia escrito que a felicidade só dependeria de mim,
só dependeria do meu amor.
(Nylda)
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